disritmia

“Ando sem ré e sem fole
Sem fôlego
Desafinada, desatinada
Qualquer coisa me deixa mole
Um poema, um abraço
Uma canção
Se for um samba
Bambeia o sangue
E o coração
Vai parando, parando, ando, ando…
Ando colcheia de tudo
Ando sem nota nem pauta
Ando sem clave nem chave

Ando com meu peito mudo

Fora da linha, fora do tom
Assim que é bom,
Assim que é bom.”

(poemúsica? 17-06-12)

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Sobre Mariane Bigio

Poeta e Videasta. Eu faço versos como quem chora, ama, brinca, ri.... Eu faço versos como que vive.
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